quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Celebração Eucarística de São Luis Guanella em Piraquara/PR


Com muita alegria, a Família Guanelliana celebrou no dia 23 de outubro o 1° ano da canonização de São Luis Guanella, e no dia seguinte, 24, celebramos o dia de seu falecimento, que também é seu dia liturgicamente festivo.
A comunidade paroquial Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Piraquara-PR, juntamente com os Padres Servos da Caridade, os Cooperadores Guanellianos e os Postulantes, festejaram o dia de São Luis Guanella no último dia 27 com uma Celebração Eucarística presidida pelo vigário paroquial Pe. Alírio Angheben.
Toda a celebração foi preparada pelos Cooperadores de Piraquara e de Curitiba, juntamente com os postulantes. Também tivemos três cooperadoras de Curitiba renovando suas promessas. Após a celebração, houve uma simples confraternização.
O Espírito Santo, para revelar ao mundo que Deus é Pai Providente para com seus filhos, chamou o nosso fundador, lhe deu um coração de misericórdia e o enviou para socorrer e evangelizar os pobres. Com profunda fé e gratidão, louvamos ao grande Pai, providente, bondoso e misericordioso, por ter concedido a sua Igreja este grande testemunho de santidade, São Luis Guanella.















quarta-feira, 24 de outubro de 2012

24 de outubro dia do Santo 'Pai dos Pobres'


Com alegria, festejamos hoje a solenidade de São Luís Guanella, fundador da nossa Congregação (Servos da Caridade). A Vida do fundador é para nós revelação da bondade de Deus, pois, viveu intensamente pela confiança na Divina Providência de “Deus Papai”. Eis o que o Pe. Guanella disse: “Aquele Deus, que veste os lírios dos campos com roupas que Salomão jamais usou, não deixará faltar o necessário aos que trabalham exclusivamente para Ele e a maior glória do seu Nome”. Guanella estava convicto de que Deus amava a vida humana integralmente e incondicionalmente, por isso, o Paizinho do Céu Providenciava o necessário para os seus filhos amados.
       O Amor que o Pe. Luis alimentava por Deus Pai Providente foi o motivo pelo qual ele se santificou, por isso, gostaria de colocar em destaque uma exortação do fundador à caridade e à confiança na Divina Providência, pois essas duas virtudes fizeram parte do seu carinho para com Jesus, o seu amado.
      “Um Cristão não pode pensar e providenciar exclusivamente para si. Deve fazer o mesmo com seus irmãos, de modo especial os mais necessitados, física e espiritualmente. Eis a razão que impele os Servos da Caridade a sentirem com veemência esse desejo comum de auxiliar os próprios irmãos, tanto no corpo como na alma. Todos são filhos da família do Pai Celeste.
       Faz-se necessário restaurar todas as coisas em Cristo. Ora, para renovar as pessoas e restaurar as obras, convém realizar o desejo do Divino Coração. Aparecendo sob a configuração de uma fornalha, exclama: ‘Vim trazer ao mundo fogo da Caridade. E que desejo eu a não ser que este fogo se ascenda no coração dos homens?’
       Oh! Venha, qual incêndio Santo, o fogo da Divina Caridade! Que o Senhor envie o fogo da sua Divina Caridade e o mundo será renovado! Viver (além do mais) em grande pobreza e abandonar-se completamente nas mãos da Divina Providência constitui virtude de elevada perfeição. A Divina Providência é sempre uma mãe muito querida para seus filhos”. Aprendamos através do testemunho profético de São Luís Guanella a nos abandonar nos braços do Pai Providente sob o olhar materno da Mãe. 



quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O QUE É O ANO DA FÉ?


No último dia onze, o Papa Bento XVI abriu oficialmente o Ano da Fé com uma celebração eucarística no Vaticano. A data também é comemorativa pela memória ao jubileu de ouro do Concílio Vaticano II, um acontecimento que marca a vida da Igreja até os dias atuais. Na homília, o santo padre explicou que a celebração de abertura do ano da fé foi enriquecida com alguns sinais específicos. “a procissão inicial, que quis recordar a memorável procissão dos Padres conciliares, quando entraram solenemente nesta Basílica; a entronização do Evangeliário, cópia daquele que foi utilizado durante o Concílio; e a entrega das sete mensagens finais do Concílio e do Catecismo da Igreja Católica, que realizarei no termo desta celebração, antes da Bênção Final. Estes sinais não nos fazem apenas recordar, mas também nos oferecem a possibilidade de ir além da comemoração. Eles nos convidam a entrar mais profundamente no movimento espiritual que caracterizou o Vaticano II, para que se possa assumi-lo e levá-lo adiante no seu verdadeiro sentido. E este sentido foi e ainda é a fé em Cristo, a fé apostólica, animada pelo impulso interior que leva a comunicar Cristo a cada homem e a todos os homens, no peregrinar da Igreja nos caminhos da história”. (Homília Papa Bento XVI Abertura Ano da Fé).


ANO DA FÉ

O Papa Bento XVI publicou no dia 11 de outubro de 2011 a Carta Apostólica Porta Fidei (porta da fé), tendo como objetivo preparar toda a Igreja para o Ano da fé. Nessa Carta Apostólica, encontramos a motivação e os objetivos do Santo Padre ao proclamar o Ano da fé, que se iniciou do dia 11 de outubro de 2012 e prosseguirá até o dia 24 de novembro de 2013.

Bento XVI explica claramente quais são as suas intenções ao proclamar este ano, “Desde o princípio do meu ministério como Sucessor de Pedro, lembrei a necessidade de redescobrir o caminho da fé para fazer brilhar, com evidência sempre maior, a alegria e o renovado entusiasmo do encontro com Cristo” (Cf. PF 2), “Devemos readquirir o gosto de nos alimentarmos da Palavra de Deus, transmitida fielmente pela Igreja, e do Pão da vida, oferecidos como sustento de quantos são seus discípulos”(Cf. PF 3), “o Ano da Fé é convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo. No mistério da sua morte e ressurreição, Deus revelou plenamente o Amor que salva e chama os homens à conversão de vida por meio da remissão dos pecados”( Cf. PF 6), “Desejamos que este Ano suscite, em cada crente, o anseio de confessar a fé plenamente e com renovada convicção, com confiança e esperança. Será uma ocasião propícia também para intensificar a celebração da fé na liturgia, particularmente na Eucaristia, que é «a meta para a qual se encaminha a ação da Igreja e a fonte de onde promana toda a sua força». Simultaneamente esperamos que o testemunho de vida dos crentes cresça na sua credibilidade. Descobrir novamente os conteúdos da fé professada, celebrada, vivida e rezada e refletir sobre o próprio ato com que se crê, é um compromisso que cada crente deve assumir, sobretudo neste Ano.( Cf. PF 9)”.

O santo Padre também nos apresenta quais os documentos bases para o aprofundamento e crescimento da fé neste Ano da Fé:“É precisamente nesta linha que o Ano da Fé deverá exprimir um esforço generalizado em prol da redescoberta e do estudo dos conteúdos fundamentais da fé, que têm no Catecismo da Igreja Católica a sua síntese sistemática e orgânica. Nele, de fato, sobressai a riqueza de doutrina que a Igreja acolheu, guardou e ofereceu durante os seus dois mil anos de história. Desde a Sagrada Escritura aos Padres da Igreja, desde os Mestres de teologia aos Santos que atravessaram os séculos, o Catecismo oferece uma memória permanente dos inúmeros modos em que a Igreja meditou sobre a fé e progrediu na doutrina para dar certeza aos crentes na sua vida de fé”( Cf. PF 12). 

Portanto, o Ano da Fé é um convite a todos os crentes a redescobrirem o precioso valor da fé nos dias atuais, e assim, responder com convicção aos apelos do mundo contemporâneo que esperam autênticas testemunhas de Cristo. 

 Homília do Papa Bento XVI na abertura do Ano da Fé

Queremos apresentar, de maneira breve, alguns pontos que consideramos centrais da homilia feita pelo Papa, no dia 11 de outubro de 2012, na celebração solene de abertura do ano da fé, na Praça de São Pedro, os quais esclarecerão o porquê do Ano da Fé.

O centro da fé cristã “Jesus é o centro da fé cristã. O cristão crê em Deus através de Jesus Cristo, que nos revelou a face de Deus. Ele é o cumprimento das Escrituras e seu intérprete definitivo. Jesus Cristo não é apenas o objeto de fé, mas, como diz a Carta aos Hebreus, é aquele “que em nós começa e completa a obra da fé” (Hb 12,2)”. 

Reavivando o impulso interior à nova evangelização “Por isso, julgo que a coisa mais importante, especialmente numa ocasião tão significativa como a presente, seja reavivar em toda a Igreja aquela tensão positiva, aquele desejo ardente de anunciar novamente Cristo ao homem contemporâneo. Mas para que este impulso interior à nova evangelização não seja só um ideal e não peque de confusão, é necessário que ele se apoie sobre uma base concreta e precisa, e esta base são os documentos do Concílio Vaticano II, nos quais este impulso encontrou a sua expressão”.

A desertificação espiritual da nossa sociedade “Nos últimos decênios tem-se visto o avanço de uma "desertificação" espiritual. Qual fosse o valor de uma vida, de um mundo sem Deus, no tempo do Concílio já se podia perceber a partir de algumas páginas trágicas da história, mas agora, infelizmente, o vemos ao nosso redor todos os dias. É o vazio que se espalhou. No entanto, é precisamente a partir da experiência deste deserto, deste vazio, que podemos redescobrir a alegria de crer, a sua importância vital para nós homens e mulheres. No deserto é possível redescobrir o valor daquilo que é essencial para a vida; assim sendo, no mundo de hoje, há inúmeros sinais da sede de Deus, do sentido último da vida, ainda que muitas vezes expressos implícita ou negativamente. E no deserto existe, sobretudo, necessidade de pessoas de fé que, com suas próprias vidas, indiquem o caminho para a Terra Prometida, mantendo assim viva a esperança. A fé vivida abre o coração à Graça de Deus que liberta do pessimismo”.

O Ano da Fé: “Eis aqui o modo como podemos representar este ano da Fé: uma peregrinação nos desertos do mundo contemporâneo, em que se deve levar apenas o que é essencial: nem cajado, nem sacola, nem pão, nem dinheiro, nem duas túnicas - como o Senhor exorta aos Apóstolos ao enviá-los em missão (cf. Lc 9,3), mas sim o Evangelho e a fé da Igreja, dos quais os documentos do Concílio Vaticano II são uma expressão luminosa, assim como é o Catecismo da Igreja Católica, publicado há 20 anos.”

Percebemos que o ANO da FÉ não é um acontecimento para simplesmente movimentar a Igreja, mas é um compromisso que toda a comunidade cristã assume de intensificar a experiência viva de Cristo ressuscitado; a fé em Jesus nos impulsiona a sair em missão, a sermos profetas anunciadores do Reino de Deus, pois é no Filho de Deus que se encontra a verdade libertadora e salvadora da humanidade.
Talvez muitas pessoas estejam enfraquecidas na fé, esperando que alguém mostre o verdadeiro testemunho da ressurreição, talvez muitas pessoas perderam a esperança na vida e estão à espera de alguém que possa apresentá-los à vida plena, à vida eterna.
Peçamos a graça de Deus, para que neste ano da fé busquemos viver intensamente a vida de fé com Cristo, que, iluminados pelos documentos do Vaticano II e aprofundando o Catecismo da Igreja Católica, possamos enraizar profundamente a nossa fé e proclamar como autênticos profetas a fé que professamos.


Fonte: 
(PF). CARTA APOSTÓLICA SOB FORMA DE MOTU PROPRIO "PORTA FIDEI" DO SUMO PONTÍFICE BENTO XVI COM A QUAL SE PROCLAMA O ANO DA FÉ

SANTA MISSA PARA A ABERTURA DO ANO DA FÉ "HOMILIA DO PAPA BENTO XVI" 
Praça de São Pedro Quinta-feira, 11 de Outubro de 2012

Web
http://www.vatican.va/special/annus_fidei/index_po.htm

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Novo Bispo é transferido para a Diocese de São José dos Pinhais!


 
Fonte: cnbb.org.br
O papa Bento XVI transferiu na manhã de ontem, 3 de outubro, para a diocese vacante de São José dos Pinhais (PR), o bispo de Toledo (PR), dom Francisco Carlos Bach.
Dom Francisco Bach será o segundo bispo de São José dos Pinhais, sucedendo a dom Ladislau Biernaski, falecido em fevereiro deste ano.Dom Francisco nasceu em Ponta Grossa (PR), em 4 de maio de 1954. Foi ordenado presbítero em 1977 e bispo em 2005. Estudou Filosofia no Seminário Maior Rainha dos Apóstolos, em Curitiba, e Teologia no Studium Theologicum, também na capital paranaense. O bispo tem mestrado em Direito Canônico, pela Universidade de Santo Tomás de Aquino, em Roma, Itália. Como bispo, dom Francisco foi membro da Presidência do Regional Sul 2 da CNBB (Paraná), representante episcopal para a Pastoral da Saúde do Regional.

Seu lema episcopal é “In manus tuas” - Nas Suas Mãos                                                                (Lc 24,47)

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

ENCONTRO VOCACIONAL EM PIRAQUARA!


Nos dias 14 e 15 deste mês, foi realizado na Paróquia Guanelliana Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, de Piraquara/PR, um final de semana de animação vocacional. Os encontros foram conduzidos pelo animador vocacional guanelliano da região Sul, Pe. Renato Schneider, contando também com a participação dos seminaristas Rafael e Vinicius, postulantes Servos da Caridade.
No primeiro dia, os encontros foram com as turmas de crianças e adolescentes da catequese de todas as comunidades paroquiais. No domingo, as atividades vocacionais aconteceram com todos os coroinhas da paróquia.
O trabalho paroquial de animação vocacional guanelliano tem por objetivo mobilizar uma cultura vocacional nas comunidades, enfatizando a necessidade de disseminar boas sementes, desde cedo, nos corações de crianças, adolescentes e jovens. É com diálogo, pela partilha, e com muita animação nos encontros, que a animação vocacional guanelliana quer despertar novas e santas vocações, seja para o sacerdócio ou vida religiosa, seja para a vida matrimonial ou leiga, pois o essencial é que cada pessoa corresponda com amor a sua vocação.  Como todos sabemos, vocação acertada, vida feliz!